segunda-feira, 12 de março de 2012

Nota de apoio do DCE da Univesidade Federal de Juiz de Fora

Nós do DCE da UFJF vimos à público manifestar nosso apoio à luta dos estudantes da PUC-Minas. A educação brasileira, desde o inicio do governo Lula, passa por um ataque sem precedentes. Vemos a cada dia a precarização das Universidades Federais e a transferência de verbas públicas para os tubarões do ensino privado, fruto dos inúmeros projetos que compõem a chamada "Reforma Universitária". Implementam uma logica privatista, de fortalecimento do setor privado em detrimento da educação pública.
Mas serem privilegiados pelo governo não basta aos ganaciosos tubarões do ensino. Há que lucrar mais e mais, as custas da venda, do que deveria ser o direito de todos, à cada um que queira entrar na faculdade. Os estudantes da PUC Minas dão o exemplo a todos os estudantes do Brasil. Junto com eles, devemos todos gritar "Basta de aceitar o que nos é imposto. Educação de qualidade é um direito e não mercadoria". É com a luta que barraremos a sanha destes senhores e com a luta conseguiremos educação pública, gratuita e de qualidade para todos. Estamos lado a lado, até a vitória!

Todo apoio a luta dos estudantes da PUC MInas!
Contra o aumento das mensalidades.Educação não é mercadoria!

segunda-feira, 5 de março de 2012

Resposta ao comunicado da vice-reitora da PUC Minas

     O comunicado enviado aos alunos ontem às dezenove horas e cinquenta e dois minutos, nos causou muita surpresa, não pela manifestação da vice-reitora da PUC Minas Prof.ª Patrícia Bernardes, que já era esperada, mas pela insistência na utilização dos mesmos argumentos. Não notamos grandes diferenças nos discursos dos representantes da Universidade nas últimas reuniões, assemelha-se muito a dramaturgia, onde é seguido um roteiro comum e com apenas alguns momentos de improviso conclui-se a peça.
     Esse comunicado é uma cópia, ou até mesmo a origem, de todos os argumentos apontados nas reuniões, o que mostra um real descaso com as reivindicações feitas pelos alunos, alunos que são a única justificativa para a existência dessa entidade que se intitula filantrópica, é quase uma alusão à espada de Dâmocles, claro que neste caso ignorada.
     O que estamos fazendo nesses últimos tempos, não é nada se não lutar pelos nossos e seus direitos. As pessoas que estão conosco nessa luta sabem que não há questionamentos sobre a constitucionalidade do aumento de 9,8%, o que é questionado é somente o argumento irrefutável da aplicabilidade desse dinheiro, sem retornos aos estudantes. E como nós também sabemos, não é somente a redução das mensalidades que queremos, há ali outras reivindicações que são tão importantes quanto, como: a rematrícula dos estudantes inadimplentes a partir da negociação de suas dívidas, estudantes que têm seu estudo negado pela Universidade por não conseguirem pagar suas mensalidades, o que com o aumento só irá piorar; o reajuste das bolsas de monitoria, extensão e pesquisa que aperfeiçoam a trajetória do estudante universitário; e a participação estudantil com voto paritário nas negociações sobre assuntos que remetem diretamente a nós.
     “Para cada ação, há uma reação igual e oposta”, e é nesse sentido que o Coletivo Há Quem Sambe Diferente, não desvia do seu objetivo.

Publicado por Rodrigo Pamplona.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Nota de apoio do Centro Acadêmico Afonso Pena aos estudantes da PUC MG

O Centro Acadêmico Afonso Pena, da Faculdade de Direito da UFMG, vem manifestar o total apoio aos estudantes da PUC MG na reivindicação contra o aumento das mensalidades e em prol de uma educação de qualidade.

Há anos os estudantes da PUC são surpreendidos com aumentos abusivos das mensalidades, superiorà inflação, mas que não retorna à universidade em forma de melhorias. Afinal, paradoxalmente aos aumentos, não tem sido feitos investimentos em infraestrutura, bem como nos eixos fundamentais da educação (ensino, pesquisa e extensão), cujas bolsas remuneradas não suprem as necessidades básicas dos alunos.A problemática ainda se estende aos professores que não tiveram o aumento requisitado e aos funcionários, em geral terceirizados, que recebem salários ultrajantes.

É contra o descaso com a educação e a falácia do discurso humanitário e social da faculdade, que os estudantes da PUC se manifestam e, por isso, contam com o apoio do CAAP e de todos que acreditam que educação é prioridade e requer o investimento de 10% do PIB. Queremos uma educação diferente, que não explore professores e funcionários, não ignore a voz dos estudantes, não negligencie as necessidades da universidade e não mercantilize o Ensino!

O CAAP também é contra o aumento!
Centro acadêmico Afonso Pena, Gestão Lumiar - Faculdade de Direito da UFMG.

Contagem regressiva para negociação das mensalidades da PUC Minas

Estamos perdendo a paciencia, se a reitoria não negociar dia 13 a PUC vai parar!!!!